sábado, março 17

Imagination


Eu li um livro de uma escritora americana chamada Sandra Anne Taylor, que enfatizava esse método de estar além, de querer algo, mas não só querer, se ver ali, sentir ali e respirar como se estivesse ali.
É engraçado como tudo flui quando embarcamos no mundo imaginário, como em situações de puro stress é possível estar em outro plano, um plano que você realmente gostaria de estar aquele momento.
A imaginação é algo tão esculpidor, que é possível desenhar-se de várias formas, é mágico embarcar nas viagens que ela pode nos propor.
Essa técnica pode ser usada em inúmeros casos, segundo a autora, quanto mais riquezas de detalhes você colocar naquela imagem (como por exemplo: com quem estou, onde estou, com que roupa estamos, comendo o que, falando sobre o que), mas o seu cérebro irá entender aquilo como algo real, isso porque segundo Anne, o nosso cérebro não consegue distinguir entre acontecimentos presentes e lembranças, tampouco vê diferenças entre o que é vividamente imaginado e o que é real, resumindo você precisa ver exatamente aquilo que quer criar. 
Você pode usar a técnica com uma imagem, um micro-filme na sua mente ou até mesmo um desenho, uma colagem; o importante é que quando você se colocar naquela situação se desligue do mundo e sinta aquela situação com toda a intensidade de detalhes.
Existem algumas situações que me fazem sair da realidade e imaginar além, faço isso com países que nunca fui, as vezes me imagino tomando um café em Paris, as vezes estou em Londres andando pelas ruelas, as vezes chego até sentir meu nariz gélido por causa do frio, as vezes me vejo numa situação em família daqui a uns anos, com filhos em volta da mesa e risos soltos. boba né! 
Mas é isso que me dá força de acordar todos os dias e de lutar, são por esses sonhos e mais, que vivo em constante busca, mas não esquecendo-me do quanto eu já sou feliz hoje, do quanto posso sentir-se plena da realidade. Mas, vale ressaltar, que toda a felicidade que vivo hoje, imaginei um dia!